1. Reposição salarial de 127,30%
As perdas desde 1995 já somam 56%. Os salários representam 44% do que representavam no ano de 95. Para recompor tais perdas se faz necessário um reajuste de 127,30%, segundo cálculos do DIEESE.

2. Reposição imediata de 50,19%
Desde 1998, quando foi aprovada a Emenda Constitucional 19 que alterou o conteúdo da Administração Pública Federal e acabou repercutindo nas administrações estaduais e municipais, os servidores não são contemplados.

3. Correção das distorções
As várias tabelas diferenciadas; mudanças anárquicas nas carreiras; a criação do dispositivo autoritário de carreira típica; o fim de uma política isonômica; a barreira para a garantia da paridade, são todos esses elementos que criaram distorções profundas entre os diversos setores dos servidores.

4. Incorporação das gratificações produtivistas e da GAE
São gratificações inseguras e podem ser retiradas a qualquer momento. Insegurança similar se constitui com a GAE, principalmente após a Lei de Responsabilidade Fiscal que estipula limite de gastos com servidores e com a Emenda Constitucional 19 que permite o corte das parcelas que não correspondem o salário base.

5. Diretrizes de Planos de Carreira
Por meio da aprovação do DPC serão garantidos requisitos mínimos para estabelecer carreiras e planos de carreiras condizentes com a necessidade histórica dos serviços públicos no Brasil. Apenas por meio das Diretrizes será possível unificar os critérios, avançar na recuperação da isonomia e garantir a paridade. Além disso queremos um DPC que reafirme a propriedade estatal dos serviços e as relações trabalhistas coerentes com esse modelo de propriedade retirando todos os elementos privados que hoje predominam nas relações públicas de trabalho.

6. Fixação da data-base em primeiro de maio
A data-base do funcionalismo, fixada em janeiro de cada ano pela lei 7.706/89, vem sendo desrespeitada pelo Governo desde 1996. Com a promulgação de E.C. 19/98 reafirmou-se a obrigatoriedade da observância de Data Base Anual, com Revisão Geral de Índice para todos os servidores.

7. Cumprimento dos acordos de greve
A cada greve legítima dos servidores o Governo desfere seus ataques com todo o tipo de argumento. No entanto, quando se negocia e se fecha acordos para a saída de greve os mesmos governos não cumprem as negociações e resolvem, de forma cínica, esquecer a luta dos trabalhadores.

8. Defesa da Universidade Pública e dos Serviços Públicos
Não podemos deixar que a privatização das Universidades Públicas passe despercebida por um projeto que privilegia o financiamento das privadas.

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